quarta-feira, 19 de março de 2014

Biovicerin

Bula de Biovicerin

Biovicerin é um remédio para a diarreia que possui na sua composição bactérias que vão competir por nutrientes com os micróbios causadores da diarreia, levando à sua morte. As bactérias do Biovicerin vão, também, produzir vitaminas do complexo B e enzimas que favorecem a reconstituição da flora intestinal, necessária para o normal desempenho das funções do intestino. 
O Biovicerin é produzido pelo laboratório Geyer.

Preço do Biovicerin

O preço do Biovicerin varia entre 2 e 24 reais, dependendo da dosagem do medicamento. 

Indicações do Biovicerin

​ O Biovicerin é indicado no tratamento de infecções intestinais causadas por bactérias patogênicas. Atua também como restaurador da flora intestinal.

Modo de uso do Biovicerin

O modo de uso do Biovicerin consiste na ingestão de 1 flaconete de 4 em 4 horas e, nos casos crônicos, 1 a 2 flaconetes por dia, conforme orientação médica. 

Efeitos colaterais do Biovicerin

Não possui efeitos colaterais. 

Contraindicações do Biovicerin

Não possui contraindicações. 

terça-feira, 18 de março de 2014

Dicas para ter uma pele bonita

Para ter uma pele bonita e saudável no verão é importante que se cumpram alguns cuidados de proteção, uma vez que os dias quentes e ensolarados aumentam a exposição da pele ao sol, podendo causar o envelhecimento precoce, ressecamento e até câncer de pele.
Segue algumas dicas que garantem uma pele sempre linda, saudável e um bronzeado perfeito durante todo o verão:
  •  O protetor solar também deve ser utilizado quando o indivíduo estiver debaixo de um guarda-sol, uma vez que os raios solares refletidos na areia ou no piso podem atingir a pele exposta.
  •  Comer alimentos vermelhos ou alaranjados como o mamão, cenoura, tomate e beterraba. Estes alimentos contêm vitamina A, que influencia na pigmentação da pele.
  •  Beber bastante liquida, para manter a pele hidratada.
  •  Evitar banhos muito quentes, utilizar a água morna ou fria.
  •  Quando tomar banho no mar ou na piscina, enxaguar o corpo com água limpa para retirar o excesso de cloro ou sal da pele.
  •  Sempre passar um hidratante corporal após a exposição ao sol.
  •  Evitar a exposição solar das 10h às 15h. Nesse período o índice de raios ultravioletas é maior, aumentando as chances de desenvolver manchas na pele e de ocorrer o envelhecimento precoce.
  •  Deve-se aplicar o protetor solar meia hora antes da exposição ao sol, esse é o tempo necessário para que a pele absorva o produto e fique realmente protegida.
  •  As mãos, pés e lábios também ficam expostos ao sol e devem ser protegidos adequadamente.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Dicas de cuidados com a pele no verão

No verão, os cuidados com a pele devem ser redobrados porque o sol pode trazer muitos problemas para a pele como queimaduras, envelhecimento precoce ou até mesmo câncer de pele. Confira aqui 10 dicas de cuidados com a pele no verão:

  • Evitar fazer tratamentos com laser e produtos químicos durante o verão porque pode ficar com manchas na pele;
  • Fazer esfoliação da pele, principalmente no rosto pelo menos uma vez por semana;
  • Tirar a maquiagem todos os dias antes de ir dormir;
  • Comer alimentos que contêm carotenoides como cenoura, abóbora, mamão, maçã e beterraba, pois estes alimentos protegem do câncer e deixam a pele mais bronzeada;
  • Evitar exposição ao sol entre as 10 e as 16 horas para prevenir queimaduras solares;
  • Beber cerca de 2 a 3 litros de água por dia para hidratar a pele.
 Após a exposição ao sol, deve-se aplicar uma loção pós solar como por exemplo, a Loção Após Sol da Avène, o Spray Após Sol da Mustela ou o Bioderma Photoderm Après Soleil Leite 200ml, pois estes produtos hidratam, reparam e acalmam a pele danificada pelo sol, evitando a descamação e prolongando o bronzeado.

sábado, 15 de março de 2014

Incontinência urinária

É normal as crianças antes dos 5 anos fazerem xixi na cama à noite e isso provavelmente não quer dizer que ela tem incontinência urinária, pois o seu sistema urinário ainda está amadurecendo. As perdas de urina começam a ser preocupantes a partir dos 5 anos, principalmente se forem durante o dia, pois isso pode querer dizer que a criança está com algum problema que lhe está a causar a incontinência urinária.

A incontinência urinária infantil está presente após os 5 anos de idade, é mais comum durante a noite do que durante o dia e tende a desaparecer naturalmente sem necessidade de tratamento, à medida que a criança cresce e se desenvolve.

As causas de incontinência urinária diurna ou enurese diurna podem incluir:
  • Repetidas infeções urinárias;
  • Problemas da anatomia do sistema urinário;
  • Bexiga hiperativa em que os músculos que servem para impedir a saída da urina contraem-se involuntariamente, forçando a urina a sair;
  • A criança ignorar os sinais e evitar ir ao banheiro para não ter que parar de brincar ou por não gostar de utilizar o banheiro da escola, fazendo com que a bexiga encha muito e com que a ela se urine.
Tanto a incontinência urinária noturna, assim como a diurna podem ser diagnosticadas pelo médico urologista ou pediatra.

Causas de incontinência urinária infantil

As causas de incontinência urinária infantil noturna ou enurese noturna como também pode ser chamada, podem estar relacionadas com:
  • Desenvolvimento lento da ligação cérebro-bexiga, o que faz com que a bexiga da criança se encha antes que o cérebro tenha essa percepção;
  • Produção aumentada de urina à noite;
  • A criança não sentir os sinais que a avisam que deve esvaziar a bexiga ou não acordar a tempo para urinar;
  • Ansiedade;
  • Causas genéticas, pois há 40% de probabilidades de uma criança ter enurese noturna se isso tiver acontecido com um dos seus pais, e 70% no caso de terem sido os dois.
Além destas causas, problemas no sistema urinário como deformidades ou repetidas infeções urinárias também podem causar enurese noturna, assim como problemas cerebrais. No entanto, estas duas últimas causas são menos frequentes.

Tratamento para incontinência urinária infantil

O tratamento para incontinência urinária infantil pode ser feito com exercícios que fortalecem os músculos pélvicos da criança, fisioterapia em que é feito o treino destes exercícios e a programação de horários para a criança urinar, alarmes que tocam quando a criança faz xixi durante a noite criando o hábito de ela se levantar para urinar e medicamentos.
Os alarmes de enurese noturna devem ser interrompidos e retomados alguns meses depois se cerca de 6 semanas depois a mancha do xixi da criança não fica mais pequena.

 

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Hiperplasia do Endométrio

O que é:

A hiperplasia do endométrio é o aumento da espessura do tecido que reveste internamente o útero devido a exposição excessiva ao estrogênio, que pode ocorrer em mulheres que não ovulam todos os meses ou durante a terapia de reposição hormonal feita somente com estrogênio.
A hiperplasia endometrial nem sempre está relacionada ao câncer, mas existe risco, e as mulheres que têm maiores chances de vir a desenvolver um câncer endometrial são aquelas que além de estarem mais expostas ao estrogênio são obesas, diabéticas ou sofrem com doenças no fígado ou rins.
Sintomas da hiperplasia do endométrio
Os sintomas da hiperplasia do endométrio podem ser:
  • Sangramento uterino anormal;
  • Dor abdominal e cólica;
  • Aumento discreto do tamanho do útero, percebido pela ultrassonografia.

Causas da hiperplasia do endométrio

A hiperplasia do endométrio é causada pela exposição excessiva ao hormônio estrogênio e isto pode ocorrer nos seguintes casos:
  • Não ovular todos os meses devido a síndrome dos ovários policísticos;
  • Realizar a terapia de reposição hormonal utilizando somente o hormônio estrogênio;
  • Diagnóstico anterior de tumor no ovário.
O maior risco de desenvolver a hiperplasia do endométrio ocorre entre os 40 e 60 anos de idade.

Diagnóstico da hiperplasia do endométrio

O diagnóstico da hiperplasia do endométrio pode ser feito através da observação dos sintomas apresentados e confirmados através da ultrassonografia transvaginal.

Tratamento para hiperplasia do endométrio

O tratamento para hiperplasia do endométrio vai depender do tipo de hiperplasia que a mulher possui e da sua gravidade, mas as opções terapêuticas incluem:
  • Curetagem do tecido endometrial ou
  • Uso de medicamentos como progesterona ou progestágenos sintéticos por via oral, intramuscular ou intrauterina.
Após o tratamento aconselha-se a realização de uma biópsia do tecido endometrial para verificar o sucesso do tratamento.

Hiperplasia simples do endométrio

A hiperplasia simples do endométrio é caracterizada pelo espessamento do tecido endometrial menos grave que pode ser tratada somente com o uso de medicamentos e com acompanhamento de exames de imagem a cada 6 meses ou de ano a ano.

Hiperplasia cística do endométrio

​ A hiperplasia cística do endométrio gera um aspecto de "queijo suíço" nas paredes internas do útero e o tratamento pode ser feito com o uso de medicamentos e curetagem, mas nos casos mais graves, ele pode estar relacionado ao câncer do endométrio.

Hiperplasia focal do endométrio

Hiperplasia focal do endométrio gera os pólipos endometriais que se desenvolvem como uma forma de crescimento localizado, se estendendo através da camada funcional. Com esse crescimento anormal os pólipos se projetam para cavidade uterina, estreitando assim o tamanho normal do útero. 

Hiperplasia atípica do endométrio 

A hiperplasia atípica do endométrio é uma lesão endometrial um pouco mais grave que as anteriores e pode estar relacionado ao desenvolvimento de câncer endometrial, seu tratamento vai variar conforme o estadiamento da doença, mas pode incluir a necessidade de retirada do útero.


sábado, 8 de fevereiro de 2014

Sintomas de Hipertireoidismo

Tratamento para hipertireoidismo

O tratamento do hipertireoidismo pode ser feito através da toma de medicamentos, cirurgia para retirada da tireóide ou radioterapia, que consiste na toma de cápsulas de iodo radioativo.

Hipertireoidismo tem cura?

Em alguns casos o hipertireoidismo tem cura e ela pode ser alcançada com a toma de medicamentos, que representa cerca de 30% dos casos, ou através da cirurgia ou radioterapia, que destroem a tireóide, que conduzirá ao hipotireoidismo, que deverá ser tratado com a reposição de T4 por toda vida.
Os sintomas do hipertireoidismo surgem quando a glândula tireóide produz os hormônios T3 (tri-iodotironina) e T4 (tiroxina) em excesso. Os sintomas do hipertireoidismo são:
  • Dificuldade de concentração;
  • Cansaço;
  • Evacuações frequentes;
  • Aumento da glândula tireóide que pode deixar o pescoço inchado;
  • Apetite aumentado;
  • Suor excessivo;
  • Nervosismo, ansiedade, inquietação;
  • Menstruação irregular;
  • Emagrecimento sem causa aparente;
  • Aumento de peso (raro);
  • Pele úmida;
  • Tremedeira nas mãos;
  • Taquicardia;
  • Fraqueza;
  • Queda de cabelo;
  • Insônia;
  • Olhos sobressaltados;
  • Acelerada perda de cálcio dos ossos com aumento do risco de osteoporose e fraturas.

Causas do hipertireoidismo

Dentre as causas do hipertireoidismo estão:
  • Bócio;
  • Doença de Graves, uma doença auto-imune onde o corpo produz anticorpos contra a tireoide;
  • Tireoidite subaguda, silenciosa ou pós-parto;
  • Consumo excessivo de iodo (presente em comprimidos de alga, expectorantes ou em amiodarona, usada em remédios para arritmia cardíaca);
  • Uso excessivo de remédios para o tratamento do hipotireoidismo.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Tratamento para Hipertireoidismo

O tratamento para o hipertireoidismo vai depender da idade do indivíduo e da gravidade da doença. O médico poderá escolher entre o uso de medicamentos, uso de iodo radioativo ou retirada da tireóide por meio de uma cirurgia.

Tratamento para hipertireoidismo com iodo radioativo

O tratamento com iodo radioativo é uma das opções de tratamento para o hipertireoidismo.
Após a toma do iodo radioativo deve-se evitar o contato íntimo e prolongado com crianças e grávidas nos primeiros dias, e se a toma de 1 dose não for suficiente para travar o hipertireoidismo, o médico poderá indicar a toma de mais uma dose de iodo radioativo após este período ou então indicar a cirurgia para a retirada da glândula tireóide.

Cirurgia para retirada da tireóide

​ A cirurgia para retirada da tireóide é uma das opções de tratamento para o hipertireoidismo quando a glândula apresenta-se muito grande ou quando a toma dos medicamentos não é suficiente para travar a doença, especialmente em jovens.

Tratamento medicamentoso do hipertireoidismo

O tratamento medicamentoso do hipertireoidismo consiste na toma diária de remédios indicados pelo médico. Alguns exemplos de remédios para o hipertireoidismo são:
  • carbimaxol ou metimazol: 10 a 20 mg a cada 8 ou 12 horas;
  • propiltiouracil: 100 a 200 mg a cada 6 ou 8 horas.
A dose inicial pode ser diminuída gradualmente à medida que o indivíduo vai apresentando melhora da doença.
Para avaliar se o medicamento está na dose certa e se está tendo o efeito esperado, o médico poderá solicitar exames de TSH, T3 e T4, cerca de 3 a 4 semanas após o início da toma do medicamento, e na maior parte das vezes o indivíduo pode alcançar a cura da doença dentro de 6 a 8 semanas de tratamento.



quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Remédio para diabetes

Remédio caseiro para diabetes

Um ótimo remédio caseiro para diabetes é a utilização de farinha da casca do maracujá, pois contém pectina, uma fibra que atua na redução da glicose no sangue. Outra alternativa de remédio caseiro é o chá de quixaba, que deve ser tomado 2 a 3 vezes ao dia, e que ajuda a controlar os níveis de açúcar no sangue.
No tratamento da diabetes é importante não consumir alimentos com grande quantidade de açúcar ou carboidratos, como geleias, biscoitos ou batata. Em alternativa, devem ser consumidos alimentos ricos em fibras como legumes, maçã, linhaça, pão integral e sucos naturais.

Remédio natural para diabetes

Um bom remédio natural para diabetes é o poejo: uma planta medicinal que contém zinco e cromo, levando ao aumento da ação da insulina no organismo e diminuindo concentração de açúcar no sangue.
A prática regular de exercício físico é também uma alternativa de remédio natural para diabetes, pois o exercício estimula a produção de insulina e aumenta a captação de glicose no sangue pelas células do organismo.
Os remédios para diabetes são a insulina e os hipoglicemiantes orais, que vão reduzir e controlar os níveis de açúcar no sangue do indivíduo. O médico endocrinologista irá indicar qual medicamento para diabetes tomar, dependendo do tipo de diabetes que o indivíduo possui e da gravidade da doença.

Remédio para diabetes tipo 1

O remédio para diabetes tipo 1 mais usado é a insulina, que deve ser tomada diariamente pelos diabéticos, para controlar seus níveis de açúcar no sangue. Existem diferentes tipos de insulinas, como a insulina regular ou insulina NPH, que podem ser usadas no tratamento da diabetes. A escolha da melhor insulina deve ser feita pelo médio endocrinologista após uma avaliação do comportamento da doença no indivíduo.
Na diabetes tipo 1, o pâncreas dos indivíduos deixa de produzir insulina e por isso, a glicose não entra nas células ficando acumulada no sangue, causando sintomas como fraqueza, muita sede ou tontura. Por causa disso, a insulina deve ser tomada por toda vida.

Remédio para diabetes tipo 2

O remédio para diabetes tipo 2 mais usado pelos pacientes são os hipoglicemiantes orais, que podem ser tomados sozinhos ou combinados com outros medicamentos de forma a controlar a doença, principalmente nos idosos. Alguns exemplos são:
  • Metformina: também conhecida comercialmente como Glifage, é um hipoglicemiante oral muito usada, principalmente em pacientes obesos;
  • Vildagliptina: conhecida comercialmente como Galvus, que atua no intestino delgado e estimulam o efeito de hormônios para controlar a glicemia.
O Victoza é um remédio para diabetes que emagrece, bem como a Metformina, sendo muito úteis no tratamento da doença em pacientes com excesso de peso. Porém, não devem ser tomados por indivíduos sem diabetes e sem indicação médica.
A diabetes tipo 2 surge devido ao aumento dos níveis de açúcar no sangue e à resistência do organismo aos efeitos da insulina. Esta doença pode ser causada por consumo exagerado de açúcar, sedentarismo, obesidade e genética. Quando estes fatores são controlados a doença pode ser curada.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Reposição hormonal masculina

Efeitos colaterais da reposição hormonal masculina

Alguns efeitos colaterais da reposição hormonal masculina podem ser:
  • Agravamento de câncer na próstata;
  • Aumento do risco de doença cardiovascular;
  • Toxicidade do fígado;
  • Aparecimento ou piora da apneia do sono;
  • Acne e oleosidade da pele;
  • Reações alérgicas na pele devido aplicação do adesivo;
  • Aumento anormal da mama ou aparecimento de câncer de mama.
Os indivíduos, antes de iniciar o tratamento hormonal, devem realizar exames para detectar presença de câncer de próstata, mama ou testículo, doenças de fígado e problemas cardiovasculares.
A reposição hormonal masculina não provoca câncer, porém pode agravar a doença nos indivíduos que tenham ainda o câncer pouco desenvolvido. Por isso, cerca de 3 ou 6 meses após início do tratamento, deve ser feito o exame de toque retal e dosagem do PSA para verificar alterações importantes que indiquem presença de câncer.
Uma outra forma de melhorar os sintomas de andropausa no homem é a mudança de hábitos de vida como alimentação saudável, prática de exercício físico, não fumar, não beber álcool, reduzir o consumo de sal e de alimentos gordurosos. O uso de suplementos vitamínicos, minerais e antioxidantes também ajudam a controlar a baixa taxa de testosterona no sangue do indivíduo.


A reposição hormonal masculina é indicada para tratamento da andropausa, um distúrbio hormonal que surge no homem a partir dos 40 anos e que se caracteriza pela baixa produção de testosterona. Durante esta fase de envelhecimento, podem surgir alguns sinais e sintomas de falta de testosterona no organismo, como perda do desejo sexual, dificuldade de ereção, perda da massa muscular e irritabilidade e cansaço.
Alguns remédios para reposição hormonal masculina são:
  • Comprimidos de acetato de ciproterona, acetato de testosterona ou undecanoato de testosterona;
  • Gel de dihidrotestosterona;
  • Injeções de cipionato, decanoato ou enantato de testosterona, aplicadas 1 vez por mês;
  • Adesivos ou implantes de testosterona.
Nem todos os homens necessitam de fazer reposição hormonal com testosterona e, por isso, é importante aconselhamento com o médico urologista antes de iniciar qualquer tipo de tratamento para andropausa.
O tratamento de reposição hormonal só deve ser iniciado se o indivíduo apresentar níveis de testosterona total no sangue abaixo de 300 mg/dl ou 6,5 mg/dl³ , que podem ser detetados por um exame de sangue.
A reposição hormonal traz muitos benefícios para o homem, como melhora do desejo e desempenho sexual, aumento da massa muscular, melhoria da densidade óssea, preservação da memória e diminuição da irritabilidade e depressão.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Doenças Hormonais

Com aproximação da menopausa, a menstruação pode vir por mais dias, mas com menos sangramento, ou então durante mais tempo e com sangramento muito abundante. Algumas mulheres também podem ter ciclos menstruais curtos, com muito ou pouco sangramento. Todas estas alterações ocorrem devido à baixa produção de estrogênio e progesterona, assim como pela falta de ovulação na mulher.
Na menopausa o aparecimento de pequenos coágulos de sangue na menstruação é normal, porém, se houver muitos coágulos de sangue na menstruação deve-se ir ao ginecologista, porque isto pode ser sinal de pólipos uterinos ou até mesmo de câncer. O corrimento vaginal acompanhado de pequenos traços de sangue também pode ocorrer na menopausa.
O ciclo menstrual na menopausa está alterado devido as mudanças hormonais que ocorrem nesta fase da vida da mulher.
A menstruação irregular na menopausa é normal, porém as mulheres devem consultar o seu ginecologista e fazer exames para excluir outros problemas de saúde relacionados com o aparelho geniturinário.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Glaucoma congênito

glaucoma congênito é uma doença rara causada pelo aumento da pressão intra-ocular que pode levar à cegueira. Na criança ele pode ser identificado através de alguns sinais clássicos:
1. Até 1 ano: A córnea do olho fica inchada, ficando turva, a criança demonstra desconforto à luz e tenta cobrir os olhos na claridade,
2. Depois de 1 ano: Córnea aumenta de tamanho e é comum a criança ser elogiada pelos grandes olhos que possui,
3. Até 3 anos: Se não tratado, o olho pode continua crescendo até os 3 anos.
O ideal é que a criança faça o exame de glaucoma com um profissional, e que este indique uma cirurgia o mais rapido possível para que ela não perca a visão.

http://tecnologiadachina.com/ 

O que são doenças raras

O que são:

São mais difíceis de serem tratadas e é também difícil encontrar informação sobre elas. São doenças que ainda precisam ser muito estudadas e muitas delas não têm cura.Doenças raras são aquelas que afetam relativamente poucas pessoas em todo o mundo e que possuem pouco conhecimento científico.
Alguns exemplos de doenças raras são: 
  • Progeria: Uma doença em que a pessoa começa a envelhecer com muita rapidez;
  • Porfíria: Causa cor arroxeadas na urina e nos dentes quando está atacada.
  • Doença de Wilson: Doença genética que gera dificuldade em digerir o cobre dos alimentos;
É muito comum que pessoas que sofram com alguma doença rara desenvolva também uma depressão, por não encontrar apoio e não encontrar uma solução para o seu problema.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Doença de Fields

Ela é de origem genética, o que quer dizer que a pessoa já nasce com ela, e afeta os nervos do corpo, causando movimentos involuntários. A síndrome ou doença de Fields é a doença mais rara do mundo.

Devido à ocorrência de muitos movimentos involuntários, as pessoas com esta doença tem dificuldade em realizar tarefas simples do dia a dia e não conseguem andar, necessitando de uma cadeira de rodas.
Por ser uma doença rara não se sabe muito sobre ela, como ela evolui e ainda não foi descoberta uma cura.

Doença de Alpers

Esta doença congênita danifica o sistema nervoso central e progride aos pouco levando a criança a não desenvolver-se corretamente. A síndrome ou doença de Alpers é uma doença rara que afeta crianças.
Neste caso a criança é dita como normal e desenvolve-se sem qualquer problema até que aos poucos vá perdendo tudo o que já consegue fazer.Os sintomas da doença podem começar a ser percebidos no 1º ano de vida do bebê, embora existam casos em que os primeiros sintomas surgem somente perto dos 5 anos de idade.
A fisioterapia e a psicomotricidade são de grande ajuda para estas crianças, para que elas tenham mais qualidade de vida. A criança perde a força muscular, os membros tornam-se duros (espasticidade) impedindo o caminhar e ela perde a capacidade intelectual avançando para um quadro de demência progressiva. 

Febre Kuru

A doença causa uma alteração no cérebro do indivíduo fazendo com as células cerebrais multipliquem-se anormalmente causando sintomas como um riso histérico e ataques epiléticos. A febre Kuru é uma doença rara que só é transmitida quando o indivíduo come o cérebro da pessoa infectada.
Desde que o canibalismo vêm sendo proibido em todo o mundo, os casos desta doença têm desaparecido. Essa doença é mais comum no continente africano onde existe a prática do canibalismo. As lesões causadas no cérebro são progressivas e incuráveis levando o indivíduo à morte em pouco tempo.

Doença de Huntington

Esta doença ainda não tem cura, mas existem medicamentos que podem trazer alguma melhora ao indivíduo, dando-o uma melhor qualidade de vida. A doença de Huntington é uma doença rara que aparece por volta dos 30 a 50 anos de idade levando a uma perda progressiva de coordenação motora e de sintomas emocionais como a depressão e irritabilidade.
Aos poucos a pessoa vai perdendo funções como escrever e dirigir, aparecem movimentos involuntários e caminhar fica cada vez mais difícil.A fala e a capacidade de engolir também pode surgir, assim como a perda progressiva da memória.
A doença de Huntington é genética e por isso pode afetar pessoas da mesma família, embora os sintomas possam variar de pessoa para pessoa.

Síndrome de Treacher Collins

Ela é uma doença genética e os pais tem 50% de chance de ter um filho com a mesma doença. A Síndrome de Treacher Collins é uma doença rara caracterizada por mal formações na cabeça e no rosto deixando o indivíduo com os olhos caídos e um maxilar descentralizado.
Essas cirurgias são importante não só pela estética mas pela funcionalidade de órgãos e sentidos. Não existe uma cura para a doença, mas é possível remediá-la com uma série de cirurgias para reorganizar os ossos da face.
A síndrome não aumenta o risco de morte e não afeta o sistema nervoso central, desta forma o desenvolvimento da pessoa acontece normalmente. Devido à má formação óssea, as pessoas com esta síndrome podem ter muita dificuldade em ouvir, respirar e em se alimentar.

Síndrome de Algeman,

Eles têm muitas conulsões por dia, uma grande descoordenação dos movimentos e não irão falar, nem andar. Uma doença muito rara que traz transtornos físicos e psicológicos é a síndrome de Algeman. Os bebês que nascem com esta síndrome não desenvolvem-se naturalmente.
Algumas crianças quando são devidamente estimuladas podem aprender a linguagem de sinais e podem aprender a falar aproximadamente 6 palavras por volta dos 6 anos de idade.
Geralmente são loiros e têm os olhos azuis. Ao nascer estas crianças apresentam as seguintes características, boca, língua e maxilar grandes, testa pequena e um afundamento da região da nuca.
Alguns autores sugerem uma ligação entre a síndrome de Algeman como um tipo de autismo. São crianças que não conseguem desenvolver-se mentalmente como uma criança "normal", possuindo um alto grau de retardamento mental.

Angiodema

O angiodema hereditário é uma doença rara causada pela deficiência de uma proteína que faz com que a pessoa fique inchada nas mãos, pés, face, laringe e intestino. Os problemas causados pelo inchaço da parede dos intestinos são as cólicas intensas, enjôos, vômito e diarreia, que podem fazer com que a pessoa tenha que passar por uma cirurgia.
As crises podem aparecer subitamente, sem ligação aparente com nada. O mais grave é quando ocorre o inchaço da laringe, que faz com que a capacidade respiratória fique muito diminuída e pode levar à morte.
O angiodema hereditário não é facilmente identificado, devido aos seus sintomas não serem  bem definidos, fazendo com que a pessoa vá a diversos médicos, durante anos e nunca descubra o que realmente tem.
Por não se tratar de uma alergia, mas de uma deficiência o uso de medicamentos como corticoides, anti histamínicos e a base de adrenalina não estão indicados.

Síndrome de Kleine-Levin

A síndrome de Kleine-Levin é uma doença rara que manifesta-se inicialmente na adolescência ou no início da vida adulta. A pessoa sofre períodos de crise em que passa muitos dias dormindo, cerca de 1 a 3 semanas, acordando e ficando muito irritado, agitado e comendo compulsivamente.
Cada período de sono pode variar entre 17 a 22 horas seguidas e quando acorda, sente-se sonolento, voltando a dormir passado pouco tempo.
Algumas pessoas apresentam ainda episódios de hipersexualidade, sendo isto mais comum entre os homens. Muito comum é após um período de crise o indivíduo não lembrar-se de algumas coisas, caracterizando uma amnésia leve.
Não se sabe bem o porquê do desenvolvimento da doença, mas há uma suspeita de que seja um problema causado por algum vírus, que manifesta-se de tempos em tempos. Não existe cura para a síndrome de Kleine-levin, mas esta doença aparentemente deixa de apresentar crises após os 30 anos de vida.
O tratamento é feito com a toma de medicamentos à base de lítio durante o período de crise. Também faz parte do tratamento deixar a pessoa dormir o tempo que for necessário, somente acordando-a no mínimo 2 vezes ao dia para alimentá-la e levá-la ao banheiro para a higiêne pessoal.